Sim! A "ave rara" que vcs vêem na imagem junto das "Cotonetes" do Sporting, a correr qual Floribela. Sim! É ele! "Floribela" Nuno Gomes em pessoa! Depois de uma semana com um acontecimento trágico e com bilhetes oferecidos para a final da Taça Carlsberg e ainda, um frigorífico para receber em terras algarvias, rumámos ao Estádio do Algarve numa viagem relâmpago para assistir a um derby que de pacífico só teve a intervenção da PSP junto dos No Name Boys ao intervalo... mas isso a SIC não mostrou... foi ainda mais escandaloso que a marcação do penalty...
Garanto que se não tivesse levado a "marmita" para almoçar no trabalho na passada 2ª feira, teria feito uma espera ao Sr. LB, que tem o azar de trabalhar numa instituição bancária cuja cor predominante é o verde e cujas instalações ficam muito perto de onde estava eu a disfrutar de bacalhau com natas gentilmente cedido pela sogra no dia anterior... constou-me que o Sr. LB seguia em marcha acelerada pela rua, acompanhado, quiçá por um guarda-costas contratado de última hora... Só lá faltava equipa do Contra-Informação, com o Bobby, o Tareco e o Bimbo da Costa, que por lá passearam na semana anterior... foi uma questão de timing... ou não! É assim a vida... É tudo uma questão de tranquilidade... que é o que espero ter este fim de semana!
Às minhas "seguidoras", as minhas desculpas pelo desabafo sportinguista (no hard feelings) e o meu obrigado pelas vossas palavras de apoio.
Poucas são as lágrimas para expressar a dor, quando perdemos alguém que nos é querido, com quem convivemos na infância, na adolescência, na idade adulta. Perdi o meu segundo avô, em consequência do seu atropelamento no dia 16, numa passadeira em Setúbal.
As minhas forças canalizo-as para a família, pois a vida tem de continuar... Descansa em paz, não te esquecemos André...
Sempre ouvi dizer que "Quem não tem dinheiro, não tem vícios", mas não me parece (de todo!!!) que esse ditado seja seguido à risca ou tão pouco levado a sério, caso contrário as cenas estilo "Clint Eastwood" ou "John Wayne" (conforme os gostos) que nos invadem os écrans de TV não aconteceriam... E aqui começa a "cassete" do que é justo e injusto: enquanto a maioria da população portuguesa se vê a braços com a pseudo crise que alguns resolveram impor para que outros encham mais o porquinho, outros toda a vida tiveram tudo à base de uma droga super viciante chamada "subsídio", "acção social" e outros termos que tal e, como não quiseram trabalhar (porque faz calos...) acabam por ter direito (com o dinheiro dos que contribuem todos os meses e que trabalham!), a uma casinha, da qual não pagam sequer renda, não pagam água e não pagam luz porque fazem "puxadas ilegais"... Estou a pensar seriamente em chegar a um balcão da entidade bancária onde tenho o meu crédito à habitação e dizer assim: "Meus amigos, este mês não me apetece ir trabalhar, vou à Câmara pedir uma casinha e como tal, persupuesto, considerem a minha dívida para convosco automaticamente saldada porque não me apetece pagar!" E posso ocupar uma qualquer casa que esteja por aí vazia... pode até ser um T2, que não somos esquisitos...
Labútes têm o dialéte más benite de tôde o Perrtegal e arredorres. Têmes uma data de bairres em que sa fálã dialétes diferrentes. O nosse clube é o VITÓRRIA, que na é grrande, é enorrme! Ma depos o rai dos jegadorres ficãn todes à babuje e na há mei de marrcárrem gôles. O pove vai tôde verr os jogues e há uma clác que grrita "VAMES EMBORRA VITÓRRIA!", mas norrmalmente depois só batem do bombe trrês vezes. Se a mei dum jogue porr acaze óvérr perrada, o prrimeirro a levarr é o arróles. Fica logo arrepêze de terr aberrte a bocã! - AúA! Apá Sóce! Em miúdes arranjãn-se amigues nas turrmas do cicle, a quemerr rabeçadinhes e rájás , a jegarr ó begalhe - (MARRALHAS!!) - e ó piã; a brrincárr co bichaninhas e bufas de lobe do Carrnaval. Com dezasseis anes arranjam uma bessiclete a motorr paírr pó liceu. Mais tarrde o pessoal quenhéce-se nos balhes das escolas e já na se deslarrga. As gajinhas começem a temárr a pírrela. Já depois dos trrinta, tudo com grrande cafetêrras e já cáse sen saguentarr denpé, a atrravesárr o Abusrrde e a verr as vistas, como se tivesse a andarr de ferribote, pa trrás e pá frrente, tipo fega, de volta das solteirronas à caça de bêbades. (ajuntãn-se a sorrte grrande e a terrminação) Lá em Labutes têmes inemigues merrtais: os cagalêtes de Sesimbra e os carraméles de Palmela. São aqueles que dizem a todágente que mórram em Labútes, cando a verrdade é ca são dos arrebáldes. Qando nos encontrrames faz semprre faíscã e há semprre alguém a atiçarr pándarr à mócáda - enhagórra! Todá gente que lá vai pensa que só se come chôque frrite, carrapaus e sarrdinha. Sabem o que é uma esquilhã? um chárre do álte? umas irrózes? uns encharrôques? uns alcorrázes? Têm éi quirr àalóta! Apanha-se a caminéte dos Béles, cà noite tá chei de gajinhas enquelhidas de frrio áborrdarr os carres. Os carres parrem e fiquem ali a empacharr, a discutirr quantes marréis são, porrque são fómícas. O pessoal tem mede de se espatarr, mas nunca desólhã e conduz com cuidade. A nha terra é a má linda e não há em lade nenhum um ri azul igual ó meu! (e na me venhem com essa merrda de estórria de marrgem sul, que nós têmes o nosse prróprrio rio e nã prrecizames do rio de ninguéin parra nos lecalizarrmes!)
Hoje à hora do almoço, depois de beber o habitual café e no "desfrute" de um dos meus últimos "cartuchos" incendiários - cujo fumo os meus pulmões ainda iram absorver por mais 4 meses (está quase, ok?) - ouvi um comentário que, derivado ao meu estado de espírito um pouco mais perturbado que o habitual, me soou francamente a uma grande verdade absoluta: o mundo está a tornar-se num manicómio global e caso não invertamos a tendência, vamos mesmo todos enlouquecer... eu juro que tenho envidado todos os esforços para contrariar esta "loucura", mas nem sempre é fácil, o que me deixa fula da vida e ao mesmo tempo frustradíssima. Mas do que é que todos temos medo?
Muitas vezes questiono-me sobre o que leva as pessoas a serem assim como são: distantes, frias, cheias de medo das relações, das amizades, do convívio... não estou habituada a lidar com isso e chego à conclusão que se calhar eu é que estou errada. Será? Temos todos tanto medo de algo ou alguém nos desiludir que nos esquecemos de que a vida é feita de coisas boas e menos boas, sem que as menos boas tenham de ser efectivamente uma catástrofe...
Como dizia Artur Albarran: "O drama! O horror! A tragédia!"
Já actualizou sua lista de dependentes do IRS ? Não? Então pode copiar da minha.
DECLARAÇÃO ANUAL DE RENDIMENTOS - IRS (Por definição, são meus dependentes, todos aqueles que SOU OBRIGADA, POR LEI, A SUSTENTAR)
RELAÇÃO DOS MEUS DEPENDENTES: 01) Presidência da República e assessores; 02) Governo e assessores (até mesmo os familiares nomeados por clientelismo político); 03) Câmara Municipal de ... e assessores (idem) ; 04) EPAL (consumos mínimos); 05) EDP (consumos mínimos); 06) PT; TMN; etc. 07) Gás de Portugal (consumos mínimos); 08) Beneficiárias da taxa de saneamento basico (recolha de lixo, etc); 09) Centros de inspecção de veículos; 10) Companhias seguradoras (seguro automóvel obrigatório) ; 11) BRISA - Portagens; 12) Concessionárias de parques e estacionamento automovel; 13) Concessionárias de terminais aeroportuárias e rodoviários; 14) Instituições financeiras - Taxas de administração e manutenção de contas correntes, renovação anual de cartões, requisição de talões de cheque etc.; 15) Mais de 250 deputados da Assembleia da República, com os respectivos ESQUEMAS de apoio. 16) BPN, BPP e demais esquemas de enriquecimento fácil de administradores e gestores cleptomaníacos a que o Estado entrega os impostos que pago, para evitar o alarme social e financeiro.
Tenho a certeza de que me esqueci de um monte deles ... Pode lembrar-se e acrescentar por mim?